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Revista oficial da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia ASBAI
Revista oficial da Sociedad Latinoamericana de Alergia, Asma e Inmunología SLaai

Brazilian Journal of Allergy and Immunology (BJAI)

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Exercise-induced anaphylaxis: food-and drug-dependent

Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2020;4(2):239-239

PDF Inglês

Alergia à penicilina: conduta alergológica

Penicillin allergy: practice parameters

Mario Geller; Maria Fernanda Malaman; Maria Letícia Chavarria; Antônio A. Motta; Denise De La Reza F. F. Silva

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2006;29(5):194-200

PDF Português

Alergia a sulfas

Sulfonamide allergy

Mario Geller; Maria F. Malaman; Maria L. Chavarria; Antônio A.Motta; Ataualpa P. Reis; Luis Felipe C Ensina

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2008;31(3):102-107

PDF Português

Alergia ocular, rinite, sinusite e asma: um continuum anatômico, fisiológico e imunopatológico

Relationships of ocular allergy, nasal allergy, sinusitis and asthma: an anatomic, physicologicand immunopathologic continuum

Mario Geller

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2003;26(3):89-94

PDF Inglês

Anafilaxia e urticárias físicas

Anaphylaxis and physical urticarias

Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2013;1(4):195-201

Resumo PDF Português

As urticárias físicas sao condiçoes clínicas associadas a disfunçao mastocitária, com diminuiçao do limiar para liberaçao de substâncias vasoativas por exposiçao a estímulos físicos externos. Fatores físicos desencadeantes incluem: fatores mecânicos, térmicos, os relacionados aos exercícios, à exposiçao ao sol, ou aquagênicos. Extremos de temperatura (frio e calor), pressao, trauma, vibraçao, contato com a água, com a luz solar, e exercícios aeróbicos (com e sem dependência alimentar), constituem desencadeantes para estas alergias físicas. Vários tipos de urticárias físicas podem coexistir em um mesmo paciente. As urticárias físicas ocorrem em cerca de 1/5 dos pacientes com urticária crônica espontânea. Podem causar anafilaxia potencialmente fatal. Sao aqui discutidos o diagnóstico diferencial, os testes confirmatórios e a terapia atual disponível para urticárias físicas.

Descritores: Anafilaxia, urticárias físicas, disfunçao mastocitária, testes diagnósticos, dessensibilizaçao.

Anafilaxia idiopática

Idiopathic anaphylaxis

Mario Geller

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2001;24(6):229-233

PDF Português

Anafilaxia idiopática em criança

Idiopathic anaphylaxis in a child

Mario Geller

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2004;27(2):76-79

PDF Português

Anafilaxia induzida por exercício com dependência alimentar sem IgE específica

Food-dependent, exercise-induced IgE-independent anaphylaxis

Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2013;1(4):236-236

PDF Português PDF Inglês

Anafilaxia induzida por exercício dependente de alimentos sem sensibilidade IgE - uma condição rara e desafiante

Food-dependent exercise-induced anaphylaxis without IgE sensitivity - A rare challenging condition

Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2021;5(4):435-436

PDF Inglês

Anafilaxia induzida por exercício: atualização

Exercise-induced anaphylaxis: state of the art

Mario Geller, MD, MACP, FAAAAI, FACAAI

Braz J Allergy Immunol. 2015;3(2):40-46

Resumo PDF Português

A prevalência de anafilaxia induzida por exercício é estimada em cerca de 2,3-5% de todos os casos de anafilaxia. As manifestaçoes clínicas da anafilaxia induzida pelo exercício incluem fadiga, rubor, aumento da sensaçao de calor, prurido difuso, urticária, angioedema, broncoespasmo, dispneia, quaisquer sintomas gastrointestinais, hipotensao, choque cardiocirculatório e edema laríngeo. O principal diagnóstico diferencial se dá com a urticária colinérgica, que também pode ocasionalmente apresentar anafilaxia. A anafilaxia induzida por exercício pode estar associada a alimentos, com ou sem sensibilizaçao IgE-específica. Os alimentos mais comumente envolvidos sao trigo (epítopo ômega-5-gliadina), frutos do mar (especialmente camarao), aipo, milho, leite de vaca, banana, farinhas contaminadas com ácaros e amendoim. Curiosamente, exercícios aeróbicos isolados, assim como somente a ingestao dos alimentos alergênicos sem exercícios associados, nao causam anafilaxia nesses pacientes. O efeito sinérgico dos dois fatores indutores é necessário para a ocorrência das manifestaçoes anafiláticas. Pode haver fármaco-dependência na anafilaxia induzida por exercício. Os fármacos e produtos químicos envolvidos incluem aspirina e outros anti-inflamatórios nao esteroidais (AINEs), antibióticos (cefalosporinas) e os chamados suplementos energizadores anticatabólicos, como beta-hidroximetilbutirato. Recomenda-se evitar a ingestao dos alimentos que desencadeiam a reaçao quando possível e, nas zonas temperadas do planeta, uma medida adicional de prevençao é nao se exercitar quando há alta exposiçao ambiental aos polens para pacientes atópicos, realizando portanto o exercício em ambiente fechado. Também é aconselhável evitar o exercício em condiçoes climáticas extremas, de muito calor, muito frio ou em ambientes bastante úmidos. O anticorpo monoclonal anti-IgE (omalizumabe) pode estabilizar mastócitos pela regulaçao negativa da expressao de receptores de alta afinidade para IgE (FcεRI), e tem sido demonstrado que esta estratégia terapêutica previne anafilaxia. Epinefrina autoinjetora e educaçao elucidativa para pacientes, extensiva aos familiares, sao essenciais para pacientes com anafilaxia induzida por exercício, bem como para todas as pessoas envolvidas na prática de exercícios e esportes, para diagnóstico e prevençao apropriados, e conduta terapêutica bem sucedida.

Descritores: Anafilaxia, exercício, alimentos, anti-inflamatórios nao esteroides, hipersensibilidade a trigo, gliadina.

Anafilaxia induzida por exercícios: com e sem dependência alimentar

Food dependent and food independent exercise-induced anaphylaxis

Mario Geller

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2008;31(6):227-229

PDF Inglês

Anafilaxia no Brasil - Levantamento da ASBAI

Anaphylaxis in Brazil - Survey of ASBAI

Luiz A. G. Bernd (RS); Fernanda Fleig (RS); Manoel B. Alves (SC); Rosangela Bertozzo (MT); Magna Coelho (MG); Joaquina Correia (MG); Giovanni M. S. Di Gesu (RS); Regina W. Di Gesu (RS); Mario Geller (RJ); Joao Mazzolla (RS); Celso H. de Oliveira (SP); Dória S. A. Peixoto (ES); Emanuel Sarinho (PE); Elaine G. Silva (SP)

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2010;33(5):190-198

PDF Português

As múltiplas faces da anafilaxia: anafilaxia induzida por exercício e anafilaxia idiopática

The multiple faces of anaphylaxis: exercise-induced anaphylaxis and idiopathic anaphylaxis

Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2013;1(1):8-13

Resumo PDF Português

A anafilaxia é uma reaçao grave que pode ter fatores desencadeantes diversos. É frequentemente associada a mecanismos alérgicos e/ou imunológicos, e requer pronto tratamento, pois em geral é de instalaçao rápida, progressiva, sendo potencialmente fatal. Anafilaxia induzida por exercício e anafilaxia induzida por exercício dependente de alimento sao condiçoes raras, mas potencialmente ameaçadoras à vida, nas quais a associaçao com o exercício é essencial. Atividades desencadeantes podem ser atividades físicas leves, bem como exercícios vigorosos. Na anafilaxia induzida por exercício dependente de alimento, a combinaçao de ingestao do alimento sensibilizante e o exercício é necessária para induzir os sintomas. Alimentos sensibilizantes comuns sao: trigo, frutos do mar (particularmente camarao), amendoim, leite de vaca, soja, e farinhas contaminadas com ácaros. Anafilaxia induzida por exercício dependente de medicamentos pode também ocorrer; anti-inflamatórios nao-esteroidais e antibióticos sao desencadeantes frequentes desta condiçao. Aspectos clínicos e manejo do episódio agudo de anafilaxia induzida por exercício nao diferem de forma significante de outros tipos de anafilaxia. Anafilaxia idiopática é diagnosticada por exclusao de outros tipos de anafilaxia de etiologia conhecida. Na anafilaxia idiopática, degranulaçao de mastócitos foi documentada, com liberaçao de histamina e triptase. Este artigo de revisao descreve os aspectos clínicos, diagnóstico e manejo da anafilaxia induzida por exercício, anafilaxia induzida por exercício dependente de alimento, anafilaxia induzida por exercício dependente de medicamento, e anafilaxia idiopática.

Descritores: Anafilaxia, anafilaxia induzida por exercício, anafilaxia induzida por exercício dependente de alimento, anafilaxia induzida por exercício dependente de medicamento, epinefrina autoinjetora.

Avanços recentes no emprego de imunobiológicos nas doenças alérgicas

Recent advances in the use of biologicals in allergic diseases

Priscila Geller Wolff; Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2014;2(4):132-138

Resumo PDF Português

O uso de imunobiológicos, já consagrados como importantes avanços terapêuticos na Reumatologia, para o tratamento de pacientes com doenças autoimunes do tecido conjuntivo, e na Gastroenterologia, no manejo de pacientes com doenças intestinais inflamatórias, inicia uma trajetória também muito promissora no controle mais eficaz de várias condiçoes em Alergia-Imunologia, incluindo asma grave eosinofílica, urticária crônica espontânea, dermatite atópica, e esofagite eosinofílica. É possível que futuramente, tal como na Oncologia, possam ser empregadas várias combinaçoes de drogas visando um melhor controle da alergia, baseado sempre que possível na caracterizaçao dos diversos endótipos e fenótipos estabelecidos. No presente artigo, é feita uma revisao objetiva e atualizada de vários agentes imunobiológicos em Alergia: omalizumabe (anti-IgE), anti-IL-5 (mepolizumabe, reslizumabe e benralizumabe), dupilumabe (anti-subunidade alfa do receptor de IL-4), quilizumabe (anti-receptor M1 prime de membrana da IgE nas células-alvo), anti-TSLP (AMG 157), e lebrikizumabe (anti-IL-13). Futuramente, novos agentes imunoterapêuticos poderao surgir, com potencial de melhorar as atuais estratégias para tratamento das doenças alérgicas mais complexas e graves, de difícil controle.

Descritores: Imunobiológicos, anticorpos monoclonais, asma eosinofílica, asma grave, dermatite atópica, urticária crônica espontânea, esofagite eosinofílica.

Conduta alergológica na gravidez

Management of allergies during pregnancy

Mario Geller

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2003;26(3):79-88

PDF Português

Dessensibilização com aspirina na doença coronariana

Aspirin desensitization in coronary artery disease

Mario Geller, MD, MACP, FAAAAI, FACAAI

Braz J Allergy Immunol. 2015;3(3):107-108

PDF Português

Diagnóstico diferencial entre a anafilaxia induzida por exercícios e a urticária colinérgica

Differential diagnosis between exercise-induced anaphylaxis and cholinergic urticaria

Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2022;6(2):302-3

PDF Português PDF Inglês

Doença de Schamberg: capilarite linfocítica pigmentar purpúrica

Schamberg's disease: lymphocitic pigmentar purpuric capilaritis

Mario Geller

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 1999;22(2):57-59

PDF Português

Eritema pigmentar fixo à secnidazol

Fixed pigmented erythema to secnidazole

Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2021;5(4):442-442

Resumo PDF Inglês

Descrição rara de eritema pigmentar fixo induzido por secnidazol.

Descritores: Dermatite atópica, fenótipo, dermatopatias, diagnóstico clínico, secnidazol.

Guia prático para o manejo da anafilaxia - 2012

Practical guide to the management of anaphylaxis - 2012

Luiz A. G. Bernd1; Adriano B. de Sá2; Alexandra S. Watanabe3; Ana P. M. Castro4; Dirceu Solé5; Fábio M. Castro6; Mario Geller7; Regis A. Campos8

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2012;35(2):53-70

PDF Português

Paciente asmático e a anestesia

Mario Geller1; Luiz Fernando Saubermann2; Helio Wolff3

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2001;24(4):-

PDF Português

Prof. Dr. Charles Reed

Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2020;4(3):370-370

PDF Português

Pustulose exantemática localizada aguda (PELA) causada pela associação amoxicilina-ácido clavulânico

Acute localized exanthematous pustulosis (ALEP) caused by the association amoxicillin-clavulanic acid

Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2013;1(3):182-183

PDF Português PDF Inglês

Successful perioperative care in systemic mastocytosis

Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2019;3(3):323-324

PDF Inglês

Uma visão atualizada da anafilaxia idiopática: a ausência de evidência não é a evidência de ausência

An updated view of idiopathic anaphylaxis: absence of evidence is not evidence of absence

Mario Geller

Braz J Allergy Immunol. 2019;3(4):401-405

Resumo PDF Português

A anafilaxia idiopática não apresenta etiologia conhecida. A sua prevalência é estimada entre 10-35% de todas as modalidades de anafilaxia. A sintomatologia apresentada é a mesma de qualquer outra anafilaxia: urticária, angioedema, ruborização, prurido, hipotensão arterial, taquicardia, manifestações gastrointestinais (disfagia, náusea, vômitos, cólicas abdominais, diarreia), asma, edema laríngeo, tontura e síncope. A mortalidade é rara. Não há transmissão genética, mas 40% dos pacientes são atópicos. É mais frequente nos adultos do que nas crianças, e principalmente em mulheres. É um diagnóstico de exclusão. Ocorre ativação mastocitária com desgranulação citoplasmática dos mediadores de anafilaxia (triptase, histamina, entre outros). É uma anafilaxia com boa resposta aos corticoides, e, portanto, caso não haja resposta adequada a doses eficazes de prednisona/prednisolona, o seu diagnóstico deve ser revisto. O diagnóstico diferencial da anafilaxia idiopática inclui: a mastocitose sistêmica indolente, síndromes de ativação mastocitária monoclonais, alergia à galactose-alfa-1,3 galactose, anafilaxia induzida por exercícios (com e sem dependência alimentar e medicamentosa), angioedema hereditário (congênito e adquirido), feocromocitoma, síndrome carcinoide, anafilaxia oral acarina, alergia ao Anisakis simplex, disfunção das cordas vocais, síndrome escombroide, alergia ao sêmen, alergia ao látex, manifestações psicossomáticas (síndrome do pânico, globus hystericus e a síndrome de Münchausen), bem como as tradicionais e mais frequentes modalidades de anafilaxia (alergia a alimentos, medicamentos e insetos). O tratamento na crise aguda da anafilaxia idiopática é o mesmo do que nas demais anafilaxias, incluindo a administração intramuscular imediata de epinefrina. Deve haver uma generosa e prolongada prescrição de corticoterapia oral, e também a instituição de medicação preventiva (anti-histamínicos anti-H1 e anti-H2, cetotifeno, albuterol oral, montelucaste, cromoglicato de sódio, e por último o omalizumabe). Os pacientes devem portar epinefrina autoinjetora e ser instruídos sobre como agir em caso de um episódio anafilático. Eles respondem bem à administração de epinefrina. A corticoterapia oral, por 4-6 semanas, pode induzir uma remissão completa.

Descritores: Anafilaxia, anafilaxia idiopática, mastocitose sistêmica, doenças de ativação mastocitária, galactose-alfa-1,3-galactose, angioedema hereditário, omalizumabe.

Urticária pelo calor localizada associada à doença de Grover

Localized heat urticaria associated with Grover's disease

Mario Geller

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2004;27(6):231-236

PDF Português

Vias aéreas unidas: a atopia como processo sistêmico e contínuo

Unified airways disease concept: a continuum and systemic atopic process

Mario Geller

Rev. bras. alerg. imunolpatol. 2002;25(3):74-80

PDF Português

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