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Brazilian Journal of Allergy and Immunology (BJAI)

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Enteropatia perdedora de proteína relacionada a criptococose: um diagnóstico diferencial de imunodeficiência secundária

Protein-losing enteropathy related to cryptococcosis: a differential diagnosis of secondary immunodeficiency

Rebeca Mussi Brugnolli1; Jessica Bonfim Mendes Cosentino1; Rafaella Amorim Gaia Duarte1; Ana Catharina de Seixas Santos Nastri2; Lucas Teixeira Vieira2; Jorge Kalil2; Octavio Grecco1; Ana Karolina Barreto1; Cristina Kokron1; Myrthes Toledo Barros1

Braz J Allergy Immunol. 2019;3(1):77-80

Resumo PDF Português

A criptococose é uma doença oportunista que ocorre com maior frequência em pacientes imunossuprimidos, ocasionando piora clínica e imunológica importante. Porém, é raro quando a doença ocorre em pacientes imunocompetentes. Relatamos aqui um caso de paciente previamente hígido que evoluiu com enteropatia perdedora de proteína, hipogamaglobulinemia secundária causada por criptococose disseminada.

Descritores: Criptococose, enteropatias perdedoras de proteínas, imunologia.

Hipogamaglobulinemia secundária reversível causada por terapia anticonvulsivante em adultos: relato de três casos

Reversible hypogammaglobulinemia secondary to anticonvulsant therapy in adult patients: report of three cases

Rebeca Mussi Brugnolli; Antonio Paulo Costa Penido; Paula Quadros Marques; Ana Karolina Barreto; Octavio Grecco; Jorge Kalil; Cristina Kokron; Myrthes Toledo Barros

Braz J Allergy Immunol. 2019;3(1):86-88

Resumo PDF Português

A redução dos níveis de imunoglobulina relacionada ao uso de anticonvulsivantes e que cursa com infecções de repetição tem sido descrita nas últimas quatro décadas. O objetivo deste estudo é relatar três casos de pacientes adultos que evoluíram para hipogamaglobulinemia quando foram tratados com anticonvulsivantes. Os níveis de imunoglobulinas e a população de linfócitos se normalizaram quando as drogas foram suspensas. Deficiências de IgA e IgM relacionadas ao uso de anticonvulsivantes resultam em infecções de repetição, apesar de níveis baixos de IgG terem sido relatados em poucos estudos e relatos de casos isolados. Os mecanismos patofisiológicos da hipogamaglobulinemia secundária a essas classes de drogas não estão completamente elucidados, mas diversos estudos mostram a possibilidade de reversão da imunodeficiência depois da suspensão da medicação, principalmente na infância.

Descritores: Alergia e imunologia, imunodeficiência de variável comum, epilepsia.

Prevalência de sensibilização a alérgenos de contato no Brasil

Prevalence of sensitization to contact allergens in Brazil

Claudia dos Santos Dutra Bernhardt1; Eliana Toledo2; Kleiser Aparecida Pereira Mendes3; Melissa Thiesen Tumelero4; Anne-Rose Leopoldina Wiederkehr Bau5; Cristina Worm Weber6; Juliano José Jorge7; Octavio Grecco8; Paulo Eduardo Silva Belluco9; Vanessa Ambrósio Batigalia2; Fabio Chigres Kuschnir10; Ekaterini Simões Goudoris11; Mara Morelo Rocha Felix12; Dirceu Solé13

Braz J Allergy Immunol. 2024;8(4):407-412

Resumo PDF Português

INTRODUÇÃO: A dermatite de contato alérgica é um subtipo de dermatite de contato, desencadeada por mecanismos imunológicos. O teste de contato é o procedimento diagnóstico padrão ouro, e a bateria empregada deve basear-se em uma série de haptenos mais prevalentes e relevantes para cada população. O objetivo do estudo foi conhecer a prevalência de sensibilização aos alérgenos da bateria padrão brasileira, utilizados na prática clínica, em pacientes com suspeita de dermatite de contato.
MÉTODOS: Estudo transversal observacional de testes de contato com a bateria padrão brasileira composta por 30 substâncias em pacientes com suspeita de dermatite de contato.
RESULTADOS: Entre os 2.996 testes de contato realizados, 2.054 (68,6%) foram positivos a pelo menos um alérgeno, e 31,4% foram negativos a todos os alérgenos. Os mais frequentemente positivos foram: sulfato de níquel (29,9%), timerosal (16%), cobalto (15,3%), perfume mix (15,1%), e bálsamo-do-peru (8,6%).
CONCLUSÃO: O níquel permanece como causa mais frequente de sensibilização de contato na nossa população. Entretanto, em cerca de 30% dos testes não foi identificada a substância causadora da doença. Estudos para conhecer a prevalência de sensibilização aos alérgenos de contato devem ser realizados de forma seriada em diferentes populações para avaliar as mudanças ao longo do tempo.

Descritores: Dermatite de contato, dermatite alérgica de contato, níquel, haptenos, estudos epidemiológicos.

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