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Revista oficial da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia ASBAI

Brazilian Journal of Allergy and Immunology (BJAI)

Número Atual:  Abril-Junho 2017 - Volume 1  - Número 2


Artigo Original

Perfil clínico da rinite alérgica no idoso

Clinical profile of elderly patients with allergic rhinitis

Bruna Beatriz Correa Barbosa1; Cássio Caetano Macedo Mendes1; Jorge Kalil2; Fabio F. Morato Castro2; Clóvis Eduardo Santos Galvão2; Cynthia Mafra Fonseca de Lima1,2


DOI: 10.5935/2526-5393.20170023

1. Faculdade de Medicina da Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo, SP
2. Serviço de Alergia e Imunologia Clínica do Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina da USP, São Paulo, SP


Endereço para correspondência:

Bruna Beatriz Correa Barbosa
E-mail: brunacorreab@yahoo.com.br


Submetido em: 20/04/2017
Aceito em: 05/05/2017.
Não foram declarados conflitos de interesse associados à publicação deste artigo.

RESUMO

INTRODUÇÃO: A rinite alérgica é uma doença de grande prevalência em todo o mundo, acometendo 15 a 42% da população geral, e 3 a 12% dos idosos. Acredita-se ser uma doença subdiagnosticada nesta população, porque algumas doenças frequentes nos idosos podem confundir o diagnóstico de doenças alérgicas.
OBJETIVO: Avaliar o perfil clínico dos idosos com rinite alérgica atendidos no serviço de imunologia clínica e alergia de um hospital terciário de São Paulo. Avaliar também a sensibilização a aeroalérgenos, presença de asma alérgica e outras comorbidades.
MÉTODOS: Foram selecionados 104 pacientes maiores de 60 anos, diagnosticados com rinite alérgica e não alérgica. Esses pacientes foram comparados quanto à presença de asma e outras doenças concomitantes, sensibilização a aeroalérgenos e uso de medicamentos.
RESULTADOS: Dentre os pacientes com rinite alérgica, identificamos predomínio de rinite persistente moderada, sendo a asma o principal diagnóstico associado à rinite. Dentre as demais comorbidades observadas, os idosos tinham doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), hipertensão arterial sistêmica e diabetes, mas não foram encontradas associações significativas entre a presença destas comorbidades e a rinite. Detectamos 71,9% de sensibilidade entre os idosos com rinite alérgica, e verificamos associação significativa com relação a IgE específica in vitro e ocorrência de sintomas.
CONCLUSÃO: Estudos com a população idosa são necessários para melhor conhecimento da rinite nesta população, suas necessidades e possíveis ações preventivas.

Palavras-chave: Rinite alérgica, idoso, asma, alérgenos.




INTRODUÇÃO

O sistema imunológico é programado para proteger o hospedeiro, entretanto, em determinadas condições, pode ser deletério e indutor de doenças. Um importante fator predisponente para o indivíduo desenvolver doenças alérgicas é a atopia, definida como uma característica herdada de sintetizar a imunoglobulina IgE contra alérgenos comuns no ambiente. Essa produção de IgE pode ou não desencadear doenças atópicas, como a rinite alérgica, a conjuntivite alérgica e a asma alérgica1.

As principais alergias respiratórias são a rinite alérgica e a asma alérgica. Ambas são manifestações clínicas de um processo inflamatório das vias aéreas e, do ponto de vista da saúde pública, são doenças de grande prevalência e alto impacto econômico e escolar pela morbidade e absenteísmo2.

A rinite alérgica se caracteriza por intenso processo inflamatório da mucosa nasal, e é bastante prevalente em todo mundo. Estima-se que esta doença acometa de 15 a 42% da população mundial3. Apesar do verdadeiro impacto da rinite alérgica ainda permanecer subestimado na população geral, as alterações das funções nasais causadas por esta doença podem predispor a infecções como sinusite e otite média, a formação de pólipos nasais, a exacerbação dos sintomas de asma, além de promover distúrbios do sono e alterações importantes na arcada dentária, deglutição e fala devido à respiração oral crônica3,4.

Como outras alergias, a rinite alérgica é causada pela interação de fatores genéticos e exposição a fatores ambientais. Inicia-se em qualquer idade, porém é mais frequente em crianças e adolescentes com antecedentes familiares de alergia. Clinicamente, pode se manifestar com diferentes intensidades, variando desde um quadro semelhante ao de um resfriado, até uma rinossinusite crônica. Este intenso processo inflamatório da mucosa nasal se traduz clinicamente por prurido nasal, espirros em salva, obstrução e coriza nasais. Pode, ainda, ocorrer lacrimejamento, prurido ocular, prurido no conduto auditivo, no palato e na faringe4.

Atualmente vigora o conceito de vias aéreas unidas, isso significa que um paciente que se sensibilizou a determinado alérgeno e entra em contato com este agente através das vias aéreas pode desenvolver sintomas em qualquer parte do sistema respiratório. Por exemplo, sintomas pulmonares podem ocorrer quando o paciente estiver em crise de rinite alérgica desencadeada pelo contato com alérgenos como ácaros da poeira doméstica ou polens. Estima-se que 60 a 78% dos asmáticos sejam portadores de rinite alérgica, e cerca de 19 a 38% dos pacientes portadores de rinite alérgica podem ter asma5,6.

As doenças alérgicas como a rinite alérgica, foram consideradas durante muitos anos doenças típicas da infância. No entanto, apesar de serem frequentemente consideradas doenças inflamatórias crônicas de crianças e adultos jovens, as alergias respiratórias podem afetar pessoas de todas as idades. Estimase que entre 3-12% e 4-13% dos indivíduos com idade acima de 65 anos têm rinite alérgica e asma, respectivamente. No entanto, estes dados podem ser subestimados, pois muitos pacientes mais velhos têm outras doenças que podem simular esses distúrbios alérgicos e, consequentemente, o diagnóstico de asma e rinite alérgica pode ser negligenciado em pacientes idosos7,8.

Tem sido observada uma prevalência cada vez mais alta de alergias respiratórias entre pessoas idosas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define o idoso como qualquer pessoa acima de sessenta anos de idade, embora nem sempre este limite acompanhe as mudanças do envelhecimento, devido às mudanças do estado de saúde. Atualmente, esta população cresce proporcionalmente mais rapidamente do que qualquer outro grupo9,10. Segundo estimativas do IBGE, O Brasil possui a oitava maior população mundial de idosos. Trata-se de uma população específica e com alterações peculiares em seus sistemas imunológicos, principalmente na função e número dos linfócitos B e T11, ao mesmo tempo em que desenvolve progressivamente alterações estruturais no sistema respiratório, como diminuição no calibre da árvore bronquiolar e na capacidade de higiene das vias aéreas10-12.

O diagnóstico da rinite alérgica nos idosos é dificultado pela alta incidência de rinites não alérgicas nesta população, como a rinite vasomotora13,14. Além do diagnóstico clínico, existem algumas particularidades em relação ao diagnóstico etiológico das alergias respiratórias na população idosa. Um estudo realizado na cidade de São Paulo demonstrou uma diminuição da positividade no teste cutâneo de leitura imediata para aeroalérgenos (utilizado para pesquisa de IgE específica in vivo) nos idosos em relação à população geral15. O diagnóstico precoce e correto implica em condutas adequadas e promoção de qualidade de vida. Desta maneira, é importante o estudo das características clínicas e etiológicas da rinite alérgica na população idosa, a fim de ampliar os conhecimentos e promover uma abordagem mais efetiva em termos de diagnóstico, tratamentos específicos e medidas preventivas.

 

OBJETIVOS

Determinar o perfil clínico e laboratorial da rinite alérgica nos idosos atendidos no Serviço de Imunologia Clínica e Alergia de um Hospital terciário na cidade de São Paulo, avaliando a presença de asma alérgica e comorbidades, e a sensibilização a aeroalérgenos.

 

MÉTODOS

Esta pesquisa foi aprovada pela Comissão de Ética em Pesquisa da Instituição envolvida, segundo a resolução CNS 196/96 do Conselho Nacional de Saúde de 10/10/96. Os pacientes foram informados da natureza da pesquisa e depois de devidamente esclarecidos, aqueles que concordaram em participar assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).

Através do software Prontmed, foram analisados os prontuários de 848 pacientes entre 6 e 91 anos de idade, cadastrados no Ambulatório especializado de hospital terciário em São Paulo, levantando dados sobre idade, sexo, diagnóstico, diagnósticos associados e tratamento.

Foram selecionados 104 indivíduos do ambulatório de alergia e imunologia do ambulatório da HCFMUSP, maiores de 60 anos, diagnosticados com rinite alérgica ou rinite não alérgica. Critérios de exclusão: pacientes com menos de 60 anos ou que não apresentam sintomas de rinite.

A presença de rinite alérgica foi investigada através de perguntas baseadas nos critérios da iniciativa ARIA (Allergic Rhinitis and its Impacts on Asthma)7. O diagnóstico de rinite alérgica também foi realizado segundo a história clínica, exame físico e sensibilização a aeroalérgenos. A rinite foi classificada em intermitente ou persistente, leve, moderada ou grave de acordo com os critérios da iniciativa ARIA7.

A presença de asma alérgica, a história familiar de atopia e o uso de medicamentos foram avaliados através de dados presentes no prontuário de cada paciente. Foram ainda avaliados os exames radiológicos e laboratoriais que foram realizados durante o seguimento clínico.

 

ESTUDO ESTATÍSTICO

Os dados foram analisados em programa estatístico STATA versão 13 (StataCorp, Texas, USA). Variáveis numéricas foram descritas em média e desvio padrão e, as comparações entre grupos foram realizadas por meio do Teste de Mann Whitney devido à distribuição assimétrica dos dados. As variáveis categóricas foram expressas em tabelas e descritas em frequências absoluta e relativa. Para verificar associações estatísticas, utilizamos o Teste Exato de Fisher. Valores de p menor ou igual a 0,05 foram considerados significativos.

 

RESULTADOS

Foram avaliados 104 pacientes com história de rinite. Destes, 89 tinham rinite alérgica (grupo 1), e 15 tinham rinite não alérgica (grupo 2), as características das amostras estão expressas na Tabela 1. Os idosos com rinite alérgica corresponderam a 12% dos atendimentos entre os pacientes de 6 a 91 anos deste serviço especializado. Observamos homogeneidade das amostras entre os grupos quanto ao gênero e idade, apesar da predominância do sexo feminino. A amostra de indivíduos com rinite alérgica teve associação significativa para asma e histórico familiar de atopia.

 

 

Dentre as comorbidades observadas, 3 (3,4%) no grupo 1 tinham DPOC, 40 (44,9%) hipertensão arterial sistêmica (HAS), e 21 (23,6%) diabetes. No grupo 2, três (20%) indivíduos relataram comorbidades, dois (66,7%) tinham HAS, e 1 (33,3%) tinha diabetes. Não foram encontradas associações significativas entre a presença de comorbidades e os grupos avaliados.

Com relação ao uso de medicamentos que produzem congestão nasal como evento adverso, apenas 17 indivíduos, sendo 15 no grupo 1 e 2 no grupo 2, responderam utilizar diurético hidroclorotiazida, porém não foram identificadas relações significativas.

Em ambos os grupos, a maioria relatou sintomatologia controlada, entretanto 34 (38,2%) dos indivíduos com rinite alérgica e 4 (26,7%) com rinite não alérgica apresentavam sintomas não controlados.

O teste cutâneo de leitura imediata (prick test) para aeroalérgenos foi positivo em 71,9% dos indivíduos do grupo 1, e em apenas 1 indivíduo do grupo 2. Com relação à determinação sérica de IgE especifica, apenas 41 indivíduos realizaram o teste, destes 100% e 55% foram positivos para os grupos 1 e 2, respectivamente (Tabela 2).

 

 

O diagnóstico de rinite alérgica nos pacientes que apresentaram história clínica positiva e teste cutâneo de leitura imediata negativo foi realizado através da positividade da IgE sérica específica para aeroalérgenos.

Verificamos associação significativa com relação à presença de IgE específica para aeroalérgenos (in vivo e in vitro) e ocorrência de sintomas (p = 0,05), porém esta relação não foi significativa para o teste cutâneo de leitura imediata (p = 0,210).

 

DISCUSSÃO

A maioria dos estudos referentes a rinite abordam crianças e adultos. Desta forma, o atual estudo verificou o perfil e buscou identificar possíveis fatores associados à rinite alérgica e não alérgica em indivíduos com idade superior a 60 anos.

Alguns estudos relatam baixa proporção de rinites em idosos16,17, contudo, Busse & Kilaru18, em um estudo de revisão realizado em 2009, afirmam que estes dados são subestimados e que o diagnóstico de rinite e asma é mais difícil nesta faixa etária devido à amplitude de diagnósticos diferenciais de outras doenças que podem produzir sintomas semelhantes. No atual estudo, verificamos 848 prontuários de indivíduos com diagnóstico de rinite alérgica e não alérgica; destes, 12% (104) atenderam aos critérios de inclusão, demonstrando uma quantidade alta de idosos que procuram atendimento para controle de sintomas de rinite.

No geral, obtivemos uma amostra com predominância de mulheres em ambos os grupos, corroborando achados de estudos prévios17-20, e média de idade de 70 anos.

A maioria dos indivíduos observados apresentava sintomatologia controlada, porém verificamos associação significativa entre sintomas e presença de IgE positiva. A rinite alérgica ocorre devido à interação IgE com alérgenos, em contato com a mucosa nasal em um paciente sensibilizado. Sensibilização para determinado alérgeno normalmente ocorre em famílias com histórico de alergia19. O diagnóstico é confirmado clinicamente provando sensibilidade a aeroalérgenos no teste cutâneo, e/ou detectando IgE sérica especifica para aeroalérgenos positiva19. O resultado do teste cutâneo de leitura imediata em idosos, devido à redução na quantidade de vasos sanguíneos e mastócitos, além da fotolesão, pode estar suprimido16,18.

Apesar de história familiar ser um achado importante para o diagnóstico de asma e rinite na infância, alguns estudos sugerem que é um fator de risco evidente para idosos, porém outros estudos contestam e questionam seu papel18. Um achado importante do atual estudo foi a associação entre a rinite alérgica e histórico familiar de atopia entre os idosos.

Pacientes idosos com asma são internados com maior frequência e podem possuir comorbidades associadas, como diabetes, HAS, DPOC, câncer, etc. No atual estudo, identificamos relação entre asma e rinite, porém nenhuma das outras comorbidades estudadas, como HAS e diabetes, estava associada à rinite alérgica. Estudos com pacientes internados talvez tenham resultados divergentes18.

O tratamento da rinite alérgica e asma, em pacientes mais velhos é complicado pela possibilidade de outras condições, comorbidades e interações medicamentosas. Além disso, as pesquisas sobre patogênese e diretrizes para a terapia de doenças alérgicas em pacientes idosos são limitadas, dificultando o conhecimento desta população e tornando o tratamento mais difícil18. O tratamento inclui a prevenção de alérgenos, tratamento médico e imunoterapia alérgeno específica. Prevenção de alérgenos significa redução de carga de alérgenos ambientais do sistema respiratório, incluindo locais de trabalho, o que não é fácil de realizar. Adesão ao tratamento medicamentoso é necessária para controlar os sintomas, e inclui anti-histamínicos, nasal ou em comprimidos, e corticoides tópicos nasais18,19.

Lourenço e cols. (2014) verificaram por meio do questionário validado CARAT (Control of Allergic Rhinits and Asthma Test) menor controle da doença em idosos, apesar de ter acesso a consultas e informação médica. Os autores relatam que podem existir diversas explicações possíveis, incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica concomitante (DPOC), efeitos colaterais de outras medicações, e complicados regimes de medicação que podem inibir ou interferir com a aderência com todos os regimes de terapia20.

No atual estudo não identificamos relação entre medicamentos que provoquem congestão nasal com os casos de rinite. Não observamos também a influência das comorbidades associadas (DPOC, HAS e diabetes).

 

CONCLUSÃO

Dentre os pacientes com rinite alérgica, identificamos predomínio de rinite persistente moderada, o que aponta para a importância do diagnóstico e tratamento precoce a fim de melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Asma é o principal diagnóstico associado à rinite. Dentre as demais comorbidades observadas, os idosos tinham DPOC, hipertensão arterial sistêmica e diabetes, mas não foram encontradas associações significativas entre a presença de comorbidades e rinite nos grupos avaliados.

O teste cutâneo de leitura imediata foi positivo em 71,9% dos indivíduos com rinite alérgica, e em apenas 1 indivíduo do grupo com rinite não alérgica. Verificamos associação significativa com relação à IgE sérica específica e ocorrência de sintomas. Estudos com a população idosa são necessários para melhor conhecimento desta população, suas necessidades e possíveis ações preventivas.

 

REFERÊNCIAS

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